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Os incêndios de grandes proporções que avançam rapidamente pelo Pantanal devem ser controlados somente por meio de chuvas constantes no bioma, avaliam especialistas.

Pesquisadores apontam que a demora do poder público para intervir no bioma em chamas fez com que as queimadas se propagassem rapidamente na região. Além disso, algumas características do Pantanal dificultam o combate ao fogo.

De janeiro à primeira quinzena de setembro deste ano, o Pantanal teve mais de 2,9 milhões de hectares atingidos pelo fogo, segundo o Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo).

O número representa cerca de 19% do bioma no Brasil, conforme o Instituto SOS Pantanal. A área queimada corresponde, por exemplo, a pouco mais de 19 vezes a capital de São Paulo.


Desde o início deste ano, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), já foram registrados 15,4 mil focos de calor (que costumam representar incêndios) no Pantanal.

É o maior número no período desde 1999, primeiro ano analisado pelo monitoramento que virou referência para acompanhar as queimadas no país.

Em 2019, que também foi considerado um período de intensa queimada no Pantanal, o Inpe registrou 10 mil focos de calor no bioma.

Na segunda-feira, os estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso — que abrigam a área brasileira do Pantanal — decretaram estado de emergência em razão dos incêndios.

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse, na terça-feira, que o fogo no Pantanal adquiriu uma "proporção gigantesca". Ele afirmou ainda que o governo federal está combatendo fortemente os incêndios no bioma.

Mesmo com as ações dos governos, o fogo tem avançado com rapidez no Pantanal. A situação afeta duramente a fauna e a flora local.

Há diversos animais carbonizados ou severamente feridos pelas chamas, além de inúmeras árvores destruídas.

Fonte: Da Redação/poconet PN notícias

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