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Cuiabá(MT), Quinta-Feira, 29 de Outubro de 2020 - 05:42
17/10/2020 as 10:30 | Por Rodolfo Luis Kowalski | 28
Panificadoras de Curitiba apostam em promoções para reconquistar a clientela
A queda no faturamento, que foi de 70% no início da pandemia, hoje está em 35%
Fotografo: Imagem: Divulgação
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O ano de 2020 está sendo difícil para as panificadoras da Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Com a pandemia do novo coronavírus, o setor sofreu com a paralisação de serviços paralelos à panificação, como restaurantes, café colonial e a suspensão da venda de sopas no inverno.

A queda no faturamento, que foi de 70% no início da pandemia, hoje está em 35% (na comparação com um período considerado normal), numa relação direta com o aumento na venda de pães industrializados em mercados.

“O cliente que vai no mercado faz a compra pra semana, compra o pão industrializado e deixa na geladeira. É o que acontece, infelizmente”, comenta Vilson Borgmann, presidente do Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria do Estado do Paraná (Sipcep).

Para recuperar a clientela, quando se celebra o Dia do Pão e acontece a tradicional campanha de venda do pãozinho francês com desconto em várias panificadoras, o Sipcep também está sugerindo aos estabelecimentos que trabalhem com algum outro produto promocional.

“Para divulgar a padaria, chamar novos clientes e tentar fazer uma venda maior nesse dia”, explica o presidente do Sipcep, contando ainda que, no Dia do Pão, as vendas geralmente sobem em torno de 20%. Para este ano, se chegar próximo à quantidade de pão que se vende num dia normal,já estará ótimo.

“Se chegar próximo da média de pães vendidos antes da pandemia, estará bom. Essa é a esperança nossa, alavancar um pouco a venda.

Aquele cliente com saudade de comer pão fresquinho, esse é o momento. Vá até a padaria”, apela Vilson, ressaltando ainda a importãncia de, neste momento de crise, a sociedade apoiar os pequenos negócios, principais geradores de emprego no Brasil.

“Temos de fortalecer o consumo de bairro, apoiar esse comércio do bairro, como padarias, pequenos mercados, porque é desse tipo de apoio que esses comércios estão precisando para sobreviver daqui para frente”, diz o presidente do Sipcep.

Para depois da crise, expectativa é de alta na procura por pão artesanal

Atualmente, conforme o Sipcep, o mercado de pães artesanais, com fermentação natural, representaentre 2 e 2,5% do mercado do pão na RMC.

Pode parecer pouco, mas nos últimos anos se alcançou esse número após consecutivos crescimento. E a expectativa do setor de panificação é que, tão logo passe a crise do coronavírus, a procura por esse tipo de produto avance ainda mais.

“Hoje, o mercado de pães artesanais já representa de dois a dois e meio porcento do mercado. É pequeno, mas é um mercado que cresceu muito nos últimos anos e que no pós-pandemia vai crescer mais ainda.

Muita gente está com tempo e fazendo pão em casa, mas quando voltar à normalidade, não vai mais ter esse tempo para fazer o pão e aí vai começar a procurar nas padarias.

Vamos ter um novo mercado de pães no pós-pandemia com esses pães de fermentação natural”, aposta Vilson Borgmann.

Fonte:  Rodolfo Luis Kowalski/Bem Paraná

Cooperador  Astrogildo Nunes – astrogildonunes56@gmail.com
Municípios da Grande Baixada Cuiabana.
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