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Cuiabá(MT), Quinta-Feira, 19 de Maio de 2022 - 07:54
19/01/2022 as 18:19 | Por LISLAINE DOS ANJOS |
CORTES NO ICMS -“Em 20 anos ninguém reduziu uma vírgula; avanço foi importante”
Presidente da Assembleia Legislativa defendeu medida que entrou em vigor no início deste ano
Fotografo: MidiaNews
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), saiu em defesa do Governo do Estado e rebateu críticas feitas de que a redução de ICMS no início deste ano em diversos setores poderia ter sido maior.

A maior crítica da oposição recai sobre o setor dos combustíveis, onde houve redução de dois pontos percentuais do ICMS cobrado sobre preço do litro da gasolina e um ponto percentual sobre o preço do diesel. Russi, no entanto, afirma que o ato de redução foi histórico para Mato Grosso.

Em 20 anos, não teve redução nenhuma. Nesse período, ninguém abaixou uma vírgula. Nós abaixamos dois pontos percentuais na gasolina, um no diesel, 10 pontos na energia elétrica. Então acho que foi um avanço importante”, afirmou.

"Acho que se Mato Grosso continuar nessa projeção, nessa expectativa de receita, com o nosso agro produzindo e o Estado se desenvolvendo, temos condições nos próximos anos de fazer uma redução maior"

No caso dos combustíveis, o Estado passou a ter a menor alíquota de ICMS sobre a gasolina, que passou de 25% para 23%. Já sobre o diesel, a cobrança caiu de 17% para 16%. Segundo o Governo, isso significaria uma diminuição na bomba de R$ 0,16 na gasolina e R$ 0,06 no diesel.

Porém, na semana passada, entraram em vigor novos reajustes nos combustíveis anunciados pela Petrobras, aumento que acabou por “mascarar” as reduções anunciadas pelo Estado.

Outras reduções

O “pacotão” do Governo também incluiu redução nos setores da energia elétrica (de 27% para 17%), telefonia fixa (de 25% para 17%) e internet (de 30% para 17) e sobre o gás industrial (de 17% para 12%).

Segundo Russi, a ação feita pelo Executivo e sancionada pelos deputados foi significativa. Ao todo, o Governo renunciou ao recolhimento de R$ 1,2 bilhão em impostos.

Para o presidente, caso a economia se mantenha da forma como está pelos próximos anos, nada impede que uma nova redução seja estudada pelo Paiaguás.

“Acho que se Mato Grosso continuar nessa projeção, nessa expectativa de receita, com o nosso agro produzindo e o Estado se desenvolvendo, temos condições nos próximos anos de avançar ainda mais nessa pauta e fazer uma redução maior”, disse.

“Mas nesse momento foi significativo, uma contribuição importante ao Estado de Mato Grosso e um recurso a mais que vai ficar na mão do cidadão”, completou.

LISLAINE DOS ANJOS/DA REDAÇÃO

Colaborou:  Astrogildo Nunes – astrogildonunes56@gmail.com
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