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Cuiabá(MT), Terça-Feira, 28 de Junho de 2022 - 09:03
05/05/2022 as 16:53 | Por Denise Soares |
MP pede que cabo condenado por morte de tenente do Bope cumpra pena em regime fechado
Órgão também representou pela perda do cargo e exclusão das fileiras da PM
Fotografo: Divulgação
Sem Legenda

O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) pediu, à Justiça de Mato Grosso, que o cabo Lucélio Gomes Jacinto cumpra a pena de 20 anos de prisão em regime fechado e não aberto.
 
Ele e outros dois policiais militares acusados da morte do tenente do Batalhão de Operações Especiais (Bope), Carlos Henrique Paschiotto Scheifer, foram julgados no mês passado.
 
Lucélio foi condenado e os demais réus, o sargento Joailton Lopes de Amorim e o soldado Werney Cavalcante Jovino, foram absolvidos da acusação de assassinato.
 
Para os três juízes militares, o cabo Lucélio Jacinto deveria aguardar o recurso da sentença preso, mas o juiz Marcos Faleiros suspendeu a prisão, pois há uma habeas corpus em vigor concedido ao réu pelo Tribunal de Justiça.
 
No pedido, a promotora Daniele Crema da Rocha de Souza pediu que a decisão de Faleiros seja anulada e, assim, a decisão do órgão colegiado volte a valer.
 
Ainda, o MP pediu que a pena de 20 anos seja cumprida em regime fechado e a perda do posto com consequente exclusão de Lucélio das fileiras da Polícia Militar.
 
As investigações apontaram que o cabo Jacinto atirou para evitar que tenente o denunciasse após morte de um assaltante.
 
Scheifer e Jacinto discutiram por sobre como o criminoso foi morto, já que o tenente não aceitou a forma como tudo aconteceu. Scheifer foi chamado de ‘legalista’ e reprovou a forma que Jacinto conduziu a operação onde o assaltante foi morto.
 
Os advogados de defesa assumiram que os clientes mentiram e mudaram as versões sobre o crime ocorrido em 13 de maio de 2017.
 
No relatório do juiz, ele cita sobre as mudanças das versões incongruentes e de que não havia certeza se o cabo Lucélio atirou ou não com a intenção de matar, dada a dificuldade de enxergar no escuro, pois eles fizeram campana no fim da tarde.
 
Além disso, não foi provada além de uma fala de um policial que havia desentendimento entre o tenente Scheiffer e o cabo Lucélio.
 
Denise Soares
 
Colaborou:  Astrogildo Nunes – astrogildonunes56@gmail.com
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